autoria, edição e produção de Augusto Moura Brito

19
Mai 12

Mais uma vez foi quebrado, desrespeitado e abusado o direito de igualdade.

Não me espanta este tipo de atuações e comportamentos vis, porque para além de se aproximarem das práticas e comportamentos antidemocráticos, consideramo-los desagradáveis, demasiado ortodoxos, afirmaria concludentemente: … infames mesmo!…Eles são afinal, reveladores de uma deficiente formação humana e deontológica.

Como é possível que alguns militantes e simpatizantes do partido socialista, ainda acompanhem quem nunca demonstrou e realizou algo sem as convenientes e conhecidas contrapartidas, como sejam: a de empregar a família, arranjar emprego para os amigos ou, ganhar as benesses que o lugar vai propiciando.

Mais uma vez a publicitação das comemorações do 38º aniversário da secção do partido socialista de Sacavém, foi o veículo escolhido para anunciarem os seus candidatos às eleições no dia 15 de junho para a federação da área urbana de Lisboa.

Jamais comungamos de tais métodos … tão pouco a utilização dos dinheiros duma secção onde militam outras sensibilidades e orientações metodológicas diferenciadas, em prol do apoio a uma das listas. Muito provavelmente, ainda continuam em ressaca e não conseguem refletir direito e distantes de um sectarismo vergonhoso e salazarento. Afinal, o seu paradigma continua semelhante àquele que os ajuda a fugir dos problemas e responsabilidades que a freguesia e a cidade vai colocando e exigindo ou, os afasta do semblante pedagógico e bom caráter educativo que seria o de aguardar ou, então, publicitar a outra lista que está também na corrida à federação.

Após o conhecimento deste texto, o mais certo é refugiarem-se naquela de que à data da publicitação só existia uma! Foi sempre assim a sua estratégia de atuação no passado, é também agora esta a sua metodologia do presente.

Consequentemente, nas suas atividades extra partidárias, nunca os vimos do lado de cá! Pelo contrário, sempre os vimos anichados ao “poder” com o rol dos seus escopos e verdugos sem escrúpulos e incapazes. 

Nunca os vimos trabalhar solidariamente e de uma forma gratuita, contínua e demorada em prol das gentes da cidade!

Que contributos sociais e culturais já mostraram e deram à comunidade local?

O seu contributo para a cidade foi e continua demorado, inconsistente e sem objetivos de criar e empreender nichos de criatividade, bem-estar e sustentabilidade duradoura para os seus moradores.

Mas… porquê?

Talvez seja uma resposta sempre adiada!…

Nunca esqueçam:

“Para criar inimigos não é necessário declarar guerra, basta dizer o que pensa”

Martin Luther King

Augusto Moura Brito

maio 2012

publicado por sacavem-actual às 10:14

07
Mai 12


A praia fluvial de Loriga é hoje e decerto será durante o tempo que durará a votação para a escolha das “7 Maravilhas – Praias de Portugal”, a força e o leme de um desenvolvimento que se deseja, pretende, exige e achamos imperioso de elencar nas iniciativas complementares de valorização intrínseca da natureza da serra da estrela.

Todo o espaço natural que envolve a vila de Loriga, se apresenta envolto num manto rochoso granítico, secundado com uma tipicidade inigualável de socalcos de produção humana tão peculiares que, durante milénios, serviram de apoio e suportaram as primeiras iniciativas sócio económicas das comunidades autótones – a pastorícia e a agricultura de montanha.

A partir dos meados do século XIX, a indústria têxtil passaria a ser o principal eixo do seu desenvolvimento, quiçá, a sua principal estrutura económica em complementaridade com as atividades tradicionais. Contudo, com o encerramento das unidades de lanifícios, a partir do ocaso do 2º milénio e o início do 3º milénio, as populações locais - aqueles que não emigraram ou os que viram o seu regresso como um fato consumado – têm felizmente norteado as suas apostas, no turismo de montanha em compaginação com uma valorização dos recursos endógenos associados à natureza e ao ambiente.

Se no passado os recursos da região foram a fonte dinamizadora do sucesso, hoje vislumbramos a praia fluvial como o agente e a catapulta valorativa do futuro desta vila e das suas gentes.

Quando vemos os nossos autarcas, honrarem com orgulho as gentes, a memória e o imaginário loriguense, pensamos também numa alternativa que o compromisso loriguense deve e merece ter disponível no rol das terras cuja memória está associada a um legado histórico que lhe é singular e a ajuda a identificar e a caraterizar.

Falamos obviamente da instalação do museu dos lanifícios em Loriga.  

Com este triunfo, é certamente já um triunfo, a dignidade, a humildade e a inteligência com que o presidente Filipe Camelo e a vereadora Cristina Sousa da câmara municipal de Seia representaram e apresentaram uma das mais belas e típicas praias fluviais de Portugal, desejávamos nós loriguenses que, consubstanciassem e materializassem de igual modo esse desígnio museal e museológico demasiado arreigado ao imaginário dos loriguenses.

LORIGA dignificará tal honraria como o tem materializado até hoje, ajudando a potenciar e a valorizar o município de Seia como o fez com este merecido registo da praia fluvial.

Estamos certos que o continuará a fazer com o futuro museu dos lanifícios.

 

Augusto Moura Brito

    maio 2012

publicado por sacavem-actual às 23:53

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