autoria, edição e produção de Augusto Moura Brito

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Perante o quadro gizado pelo Presidente da República, chegámos de facto à porta do manicómio! A trapalhada está instalada e os fantoches vão agora dirimir-se com mensagens desconexas, sem sentido, sem rosto e sem vergonha!

É este o país que temos com uma plêiade de políticos incompetentes que nos (des)governam sobre matrizes consequentes de proliferação da miséria e da pobreza cada vez mais exponencial do povo português…

A hipótese de um governo de salvação nacional é uma ficção cavaquista que o nosso imaginário não tolera, não suporta e não aguenta, mesmo que carreada em logísticas político-partidárias maioritárias ou mesmo que assentem numa alternativa de uma figura nacional de prestígio. Sabemos que estas soluções serão doravante inconsequentes, sobretudo porque elas se orientam em propostas neoliberais cujas caraterísticas rapidamente são rejeitadas e, por isso mesmo, soçobram mesmo logo quando se iniciam.

Atormenta pelos prenúncios da dor que esta comunicação lhe originara, eis que Nª Sª de Fátima, exclamou: meu muito amado servo, como foi capaz de fazer tamanha calamidade e pisar os mesmos trilhos dos malfeitores Gaspar e Portas? O primeiro, porque nunca acertou em nada, o segundo, porque continua a ser o menino birras que o carateriza. Ousaste certamente usar a vingança e a ignorância para saíres desta embrulhada em que muitos nos mergulharam, sacrificando os mais desprotegidos e indefesos, exigindo aquilo que não têm e obrigando-os a entrar no desespero e na míngua que sempre souberam controlar e evitar a muito custo…Agora passas tu a ser o principal obreiro desta infame e cruel solução que todos sabemos o seu final e nos direcionaram para o caos, nos conduzem para um labirinto sem rosto e sem nome e, nos amarram cada vez mais às políticas de submissão da troika e de muitos agiotas que proliferam à sua volta.

Finalmente, estamos todos mais conscientes hoje - pela crise que se instalou - da qualidade das medidas draconianas tomadas por aqueles que hoje já estão fora e que jamais serão chamados pela sua responsabilização nos atos e julgados e culpados pelas medidas entretanto tomadas. Infelizmente ou não, vivemos num espaço onde a impunidade é a gramática dos políticos e a desolação é a grelha dos mais incautos.

Voltaremos mais tarde para fechar a porta do manicómio e selar as portas da solução para este terramoto fedorento!


Augusto Moura Brito

    11 julho 2013

publicado por sacavem-actual às 00:11

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